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Blockchain e LGPD: há um paradoxo, sabia? Postado em: 05/10/2019 Caso a arquitetura não tiver sido desenvolvida e orientada corretamente, não atenderá a LGPD, pois blockchain retira dos usuários o poder de solicitar exclusão de algo já registrado 
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD entrará em vigor no Brasil em agosto do próximo ano, unificando todos os regulamentos referentes à privacidade, manipulação e sigilo de informações pessoais. Ela obrigará as empresas brasileiras a aplicar melhores práticas de compliance, governança e segurança, como proteção das informações dos titulares, com regras específicas e visibilidade para os mesmos. Além disso, os próprios titulares terão direito a uma explicação de como seus dados estão sendo utilizados e tratados, podendo visualizar, alterar e solicitar o apagamento, assim como autorizar ou proibir compartilhamentos. Segundo  Rodrigo Pimenta, CEO da HubChain Technologies, a tecnologia Blockchain poderia ser uma das ferramentas-chave para a implementação da nova lei. Nem tudo são flores, entretanto. Como Blockchain é imutável, explica Pimenta, caso sua arquitetura não tiver sido desenvolvida e orientada corretamente, não atenderá a LGPD, pois retira dos usuários o poder de solicitar exclusão de algo já registrado. Outro ponto é a sua forma descentralizada de separar os dados e informação, que foge da ideia de centralização que a Lei está tentando estabelecer. A solução para o problema, sugere, seria a adoção de 2 tipos de arquiteturas da utilização do Blockchain em conjunto, Blockchain "off-chain" - com dados críticos e sensíveis fora da cadeia dos blocos, somente são armazenados o hash ou local do conteúdo - e/ou Blockchain "side-chain" - em paralelo para cada característica pessoal sensível ou até para cada usuário -, assim se precavendo de que o dado que ainda não foi classificado como sensível, terá o seu expurgo forçado. Além disso, é necessário um checklist técnico para validação da solução em atendimento à LGPD. 

OEA e Twitter lançam guia de boas práticas sobre segurança cibernética e uso do Twitter
A Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Twitter lançaram globalmente um guia de melhores práticas para o uso da plataforma. Com o título "Alfabetização e Segurança Digital - Melhores práticas no uso do Twitter", o material está disponível em português, inglês, espanhol e francês e oferece aos cidadãos ferramentas para melhorar sua segurança digital no uso de redes sociais e boas práticas para distribuição e consumo de informações, além de dicas para manter a segurança no Twitter. O guia incorpora conteúdo sobre alfabetização digital e medidas para garantir a segurança de dispositivos ao acessar redes sociais, trazendo ainda um detalhamento sobre as regras e o controle da experiência de uso no Twitter. "Queremos que as pessoas usem essa ferramenta da maneira mais segura possível, e esse acordo, esse guia e essas práticas recomendadas são uma contribuição valiosa para esse objetivo", destaca o Secretário-Geral da OEA, Luis Almagro. "Nossa intenção é contribuir para que as pessoas desenvolvam as habilidades necessárias para analisar criticamente a credibilidade de qualquer conteúdo e questionar as informações que consomem e compartilham online", afirma Fernando Gallo, gerente de Políticas Públicas do Twitter no Brasil.
O guia pode ser encontrado nos seguintes links:
POR: www.oas.org/OEATwitterGuiaPOR
ENG: www.oas.org/OASTwitterGuideENG
SPA: www.oas.org/OEATwitterGuiaESP
FRE: www.oas.org/OEATwitterGuideFRA

Estudantes podem virar cientistas de dados no programa da Serasa Experian
Estudantes de graduação e pós-graduação de qualquer área podem ter uma experiência diferente no próximo verão: o DataLab, laboratório de inovação da Serasa Experian, está com as inscrições abertas para seu programa SummerLab 2020, que vai acontecer de janeiro a março de 2020. São quatro vagas e os interessados podem se cadastrar até 15 de outubro pelo site www.datalabserasaexperian.com.br/summerlab-2020/. O objetivo do SummerLab 2020 é proporcionar aos participantes a experiência diária de cientista de dados, além de aproximá-los do mercado de trabalho. "O programa é uma oportunidade incrível para jovens com curiosidade, talento e vontade de empreender. É ideal para aqueles que desejam experimentar os desafios de pesquisa e desenvolvimento no maior banco de dados da América Latina. Serão dias intensos de aprendizado na prática e com oportunidades de criar soluções para pessoas e empresas do mundo inteiro.", diz o diretor do DataLab da Serasa Experian, Marcelo Pimenta. O programa oferece remuneração e benefícios para os participantes.O programa acontece na cidade de São Paulo, mas estudantes de qualquer localidade podem se inscrever. Fonte: IP News
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