Busca: Nossos Servicos: RSS - O quê é isso?
Home do Blog Fernando Guimarães

Consultor de marketing e comunicação, especialista em marketing de relacionamento e programas de fidelidade

[email protected]

Snap está lançando mais destinos de compras em seu aplicativo Postado em: 08/06/2019
Recurso está disponível inicialmente para as lojas de apenas cinco influenciadores:  Kylie Jenner (Kylie Cosmetics); Kim Kardashian (Beleza KKW); Shay Mitchell (Béis); Spencer Pratt (Pratt Daddy Crystals); Bhad Bhabie (BHADgoods)
O Snap está lançando uma ferramenta de comércio nativa, com o Shopify, que permite que os influenciadores criem lojas com produtos que podem ser comprados através de suas páginas de contas individuais. A ferramenta sera lançada esta semana para um pequeno grupo de influenciadores de alto perfil e estará aberta a outros no final de 2019. Alguns influenciadores, editores e marcas já têm acesso a um recurso em que os usuários podem deslizar os snaps para comprar produtos diretamente no aplicativo, mas essa nova ferramenta permite que contas selecionadas tenham uma loja no Snapchat. Os usuários do Snapchat podem acessar as lojas, que serão ativadas pelo Shopify, acessando a página da conta. O recurso de checkout nativo é limitado a usuários do Snapchat nos EUA; usuários internacionais são direcionados para um site móvel devido a exigências de privacidade e dados no exterior, disse um porta-voz da Snap. Em 6 de junho, apenas cinco contas oficiais -- o jargão do Snapchat para usuários verificados -- terão acesso a lojas: Kylie Jenner (Kylie Cosmetics); Kim Kardashian (Beleza KKW); Shay Mitchell (Béis); Spencer Pratt (Pratt Daddy Crystals); Bhad Bhabie (BHADgoods) Cada uma dessas contas atualmente tem acesso ao recurso de compra para comprar maquiagem, bolsas de viagem, cristais e roupas. A Snap pretende lançar a ferramenta para mais contas oficiais nas próximas semanas, incluindo Khloe Kardashian (Good American) e Rob Kardashian (Arthur George), e expandirá o programa para veículos de comunicação ainda este ano.  Fonte: Digiday

Usando estratégias de localização para impulsionar o desempenhoÀ medida que mais empresas disponibilizam seus produtos e serviços em vários mercados em todo o mundo, tradução e localização estão se tornando ainda mais críticas para os profissionais de marketing. Mas localização é muito diferente de tradução. Embora a tradução seja o processo de conversão de palavras para outro idioma, a localização requer a adaptação do conteúdo não apenas ao uso da língua local, mas também às normas e valores culturais em regiões ou mercados específicos. Os avanços na inteligência artificial (IA), incluindo a tradução automática, facilitam a tradução das mensagens por parte das marcas, mas a localização mais bem-sucedida ainda requer um toque humano. Hannes Ben, fundador da Locaria, uma agência de linguística e localização de sites, falou sobre sua visão dos desafios que os profissionais de marketing enfrentam com a localização e como eles podem integrar e medir melhor seus esforços de localização como parte de uma estratégia de marketing mais ampla. Para ele, o maior problema é o fato de tradutores entenderem gramática e estilo, mas não conhecerem nada de métricas como taxa de cliques e pontuação de qualidade. Então não se pode pedir para eles olharem duas versões do anúncio e entender por que um teve mais cliques que o outro e, assim, incorporar essa aprendizagem nas futuras traduções. A subjetividade é outro problema: os clientes continuam gostando ou não gostando das traduções sem qualquer critério científico. Segundo Hannes, a equipe de localização precisa de um briefing claro sobre a marca, os públicos e os objetivos do anúncio. Isso, na verdade, determinará se devera ser usado tradução automática, tradução humana, localização, transcriação, originação ou redação. São questões complexas,mas que precisam ser encaradas. Fonte: eMarketer

Tempo no celular ultrapassa a televisão, mas a TV continua a ser a plataforma de vídeo dominante
Em outro ponto de inflexão simbólico para a economia da mídia digital, o tempo gasto pelos americanos com dispositivos móveis superou o tempo que eles gastam em televisores pela primeira vez este ano. As estimativas, que vêm da última atualização da eMarketer, projetam que o americano médio gastará uma média de nove minutos a mais por dia usando seus dispositivos móveis do que seus aparelhos de televisão este ano.A eMarketer também projeta que a margem do celular continuará crescendo até 2021, quando os americanos gastarão uma média de 32 minutos a mais por dia do que com a televisão. Claro que não é uma comparação perfeita, já que as pessoas usam os seus dispositivos móveis para mais funções do que as que usam, incluindo várias formas de comunicação, pesquisa, navegação, etc., mas a eMarketer também publicou uma análise secundária mostrando a quantidade de tempo que os americanos passam diariamente assistindo TV vs. "vídeo digital", incluindo conteúdo de vídeo acessado por meio de computadores pessoais, dispositivos móveis e outros dispositivos "conectados". Os americanos passarão 209 minutos diários assistindo TV este ano, cerca de 2,2 vezes os 97 minutos que passam assistindo vídeo digital diariamente, de acordo com as estimativas da eMarketer. Fonte: MediaPost DigitalNewsDaily
Veja todos Artigos deste(a) Blogueiro(a) [Comentar (0)] [Enviar por e-mail] [Regras de Uso]

Compartilhe

Twitter Facebook Linkedin
Deixe seu comentário
Nome:
E-mail:
Comentário:
máximo caracteres.
 
Arquivo
 
Clientesa.com.br - Blog
Copyright © 2019 - Grube Editorial - Todos os direitos reservados
Powered byCantini Tecnologia