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Marketing B2B volta-se para o digital Postado em: 28/03/2020

-- mas precisa incluir Data Analytics na equação.

No mundo dos negócios, o surto de coronavírus já produziu uma série de vítimas importantes: o Mobile World Congress (MWC) 2020, o F8, Cannes, SXSW. Todos esses grandes eventos foram cancelados - e esses cancelamentos fizeram muito barulho. Números publicados pela empresa de inteligência de dados PredictHQ indicam que, somente em fevereiro, as preocupações com o coronavírus levaram a um aumento de 500% nos cancelamentos e adiamentos de eventos significativos. A empresa disse que mais de 225 eventos classificados como de alto impacto foram cancelados no mês passado e o número de eventos cancelados em março deverá ser significativamente maior. O custo total dos cancelamentos é estimado em bilhões de dólares. Mas, para a maioria das empresas, esse sequer é o maior problema. A dor de cabeça real está no cancelamento de eventos menores, vítimas silenciosas da pandemia. A impossibilidade de continuar usando-os para divulgar seus produtos e se relacionar com clientes potenciais está deixando desnorteados os profissionais de marketing B2B, acostumados a apostar todas suas fichas neles. Muitos optaram por reduzir as verbas de marketing e esperar que o surto passe. É o famoso "enfiar a cabeça na areia". O problema dessa tática é que muitas vezes, como aconteceu na esteira da crise do subprime, em 2008, as empresas que a adotam, descobrem que os seus clientes haviam migrado para os concorrentes, pois eles tinham encontrado outra forma de se relacionar com eles. A opção parece ser óbvia: marketing digital. Sua implementação, no entanto, não é assim tão óbvia. Continue a ler...

Sociedades digitalizadas: cenário atual acelera a transformação digital
A atual situação mundial, como resultado da disseminação do Coronavírus (COVID-19), vai nos levar leva a repensar como será a sociedade do futuro, acredita Alberto Pardo - fundador e CEO da Adsmovil. Segundo o executivo, esse cenário implica em mudanças aceleradas na maneira como consumimos e nos realacionamos, a fim de preservar a saúde da sociedade e continuar produzindo mesmo diante de uma desaceleração da economia. E a tecnologia, com certeza, desempenha um papel fundamental nesse novo paradigma. Pardo aponta alguns pilares que estão e continuarão mudando, de mãos dadas com a tecnologia, e que nos levarão a uma sociedade digitalizada: teletrabalho / Home Office -- que não apenas requer a adoção de tecnologias mas obriga a uma reflexão sobre os modelos de liderança; educação a distância - que se expandirá do ensino superior para o básico; infraestrutura da Internet -- pois serão necessários recursos para suportar as novas demanda; negócios digitais =- que não será mais apenas uma opção, haverá migração forçada do consumo na sociedade; eBanking -- que não será mais o mero uso do canal virtual para consultar saldos e pagamentos online e abrirá oportunidades de aprofundar processos complexos e fornecer mais serviços que possam facilitar, remotamente, o dia a dia das pessoas; pagamentos online;  e consumo de mídia. Sem dúvida, observa o executivo, o Coronavírus marcará um antes e um depois em nossas vidas, afetando a saúde de milhares de pessoas no mundo, desacelerando a economia e mostrando-nos que existem outras maneiras de trabalhar, aprender, consumir e se relacionar. É a oportunidade de aprender, talvez mais rápido do que estamos fazendo, que existe uma maneira diferente de levar as sociedades adiante, fazendo uso dos recursos que a tecnologia nos oferece. Ser resiliente é a capacidade que temos como seres humanos de superar uma crise e aprender com ela. Esta é uma nova oportunidade para trabalharmos na transformação digital das sociedades, a fim de construir um mundo mais conectado e seguro para todos, complementa.

BC cria ´BR Code´ para padronizar QR Codes de meios de pagamento no País
O Banco Central publicou na segunda-feira, 16/3, uma circular com a criação do "BR Code", um padrão único para QR Codes a serem usados nos meios de pagamento no País. O novo padrão passará a ser obrigatório em seis meses. "As novas regras têm o objetivo de aumentar a transparência para os usuários finais, tanto pagadores quanto recebedores, ampliando e melhorando o acesso a informações e, dessa forma, criando um ambiente pró competição no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)", afirmou o BC, em nota. Segundo a autoridade monetária, o objetivo é fazer uma padronização semelhante à que ocorreu nas "maquininhas" de cartão, que passaram a aceitar diversos arranjos de pagamento em um mesmo equipamento, aumentando a competição no setor. Fonte: O Estado de Minas

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