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Economista com MBA em Marketing pela USP é Especialista em Televendas e Marketing Direto, Consultor de Empresas e Coordenador de MBA do Ibmec-SP

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Liderança: uma tarefa para poucos! Postado em: 30/11/2010

O mundo corporativo nos oferece uma ampla visão para obtermos ensinamentos profundos no processo de gestão de pessoas, deixando e colocando ao alcance de todos vários exemplos de liderança e modelos do conhecimento humano.

 

Aprendemos que o conceito da liderança pressupõe que o Líder modele valores e comportamentos através da sua influência, de seu exemplo. Ele inspira seus liderados a fazerem e a buscarem algo, trabalhando na formação e no desenvolvimento das pessoas e das equipes e isto é, sem dúvida, uma premissa a ser seguida.

 

Mas, um assunto nos últimos meses tem me acompanhado continuamente! O que na verdade tenho visto é o inverso da afirmação acima. Tenho visto líderes em empresas colocarem suas equipes em situações onde a premissa é o negócio a qualquer custo e sem preocupar-se com o que vai acontecer no momento futuro logo ali.

 

Até entendo que as empresas precisam e trabalham para gerar bons negócios, e esta equação todos devemos buscar, mas minha indagação é como essas relações estão sendo construídas e acontecendo e como podemos fazer para melhorar a concorrência, tornando-a sim, mais disputada, mais aprofundada, mas buscando acima de tudo uma relação mais respeitosa e ética, sem amarrações que inviabilizem a livre concorrência e sem amarrações que vão contra os valores corporativos tanto discutidos e desejados nas organizações.  

 

Não dá mais para construirmos relações em curto prazo, relações onde o desejo da conquista seja apenas por alguns instantes, por algumas semanas, pois bons clientes clamam pelo relacionamento duradouro e vantajoso para todos. Clientes fiéis necessitam de uma visão de continuidade, de um modelo de relação onde a premissa seja do ganha-ganha.

 

Ora, ainda vejo equipes vencedoras com um sentimento de insatisfação, de derrota.  Por que isso?

 

É necessário voltar a discutir como os valores corporativos podem nos orientar a tomada de decisões assertivas e saber quais são as consequências reais para a empresa, pessoas e sociedade, quando não há aderência desses valores com o que pensamos e da forma como agimos.

 

Precisamos entender definitivamente se queremos seguir esta cartilha de forma efetiva com o objetivo de produzir ambientes onde o verdadeiro valor seja a superação diária de sua equipe, sem deixar que as vaidades de lideranças sucumbam às práticas éticas e empresarias importantes para a perpetuidade do negócio.
 
Gostaria de ouvir sua opiniao a respeito.
 
Julio X
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