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Consultor de marketing e comunicação, especialista em marketing de relacionamento e programas de fidelidade

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Humanizar o marketing, o próximo desafio Postado em: 13/03/2018
"O  Google não dá as respostas, são as pessoas que dão as respostas" 
Quando falamos de marketing atualmente, a conversa muitas vezes tende a se concentrar em tecnologia. Como podemos automatizar? Em que devo investir? Como a inteligência artificial afetará o futuro? A tecnologia desempenha um papel maior no marketing todos os dias, mas às vezes precisamos dar um passo atrás e considerar o outro lado -- as interações humanas que conectam marcas com seus clientes e a necessidade de criar experiências significativas. Durante a C3 Conference, que foi realizada em Nova York em 7 e 8 de março, o CEO da Conductor, empresa de tecnologia de marketing, abriu o evento, pedindo ao público que pensasse em como usamos o Google. Às vezes, a pesquisa simples do Google pode nos ajudar a descobrir coisas sobre nós mesmos, nossas histórias ou os lugares em que vivemos. Mas, observou Besmertnik, o Google é apenas uma embarcação, e no seu núcleo há uma experiência muito humana. "Na verdade, o Google não dá as respostas, são as pessoas que dão as respostas. E temos que pensar sobre isso, porque é uma coisa incrivelmente poderosa que estamos fazendo ", disse Besmertnik. Humanizar o marketing esteve no cerne de cada conversa durante o primeiro dia do C3. Purna Virji, gerente senior de engajamento global da Microsoft, discutiu o sucesso dos "chatbots" projetados para servir com empatia e inteligência, um presente que apenas os engenheiros podem dar. Todd Friesen, diretor de estratégia digital e SEO da Salesforce, enfatizou a importância de estimular seus funcionários e criar uma cultura de valores que unem sua marca internamente. "Para a sua estratégia digital, não são os seus orçamentos, sua tecnologia, sua estrutura orgânica...", afirmou Friesen. "É o seu pessoal que determina o seu sucesso". Fonte: DMNews
 
Philips Hue usa Internet da Coisas para iluminar o exterior das casas

Neste verão,os consumidores americanos terão uma opção inteligente para iluminas jardins e outros espaços exteriores.A Philips Hue lançou uma gama de novos produtos de iluminação exterior que estendem o mundo da Internet de Coisas para o ar livre. Esses produtos marcam uma mudança importante para o mundo da Internet das coisas. À medida que a oferta de WiFi e a demanda do consumidor aumentam, produtos como esses ficarão mais disponíveis. Em breve, os consumidores esperam conversar com os produtos que estão fora de casa como fazem com os equipamentos que já estão dentro de casa. Serão produtos um pouco caros, mas oferecem uma variedade de recursos não disponíveis em produtos de iluminação tradicionais. Uma vez conectado a um equipamento Philips Hue, as luzes podem ser controladas através do aplicativo ou um assistente de voz. A nova linha inclui uma lâmpada padrão, resistente a intempéries por US$ 29,99, luzes montadas na parede a partir de US$ 49 e vários modelos de mudança de cor, também. O holofote Philips Hue custa US$ 270 e vem com três luzes, enquanto o Calla custa US$ 129 e é projetado para iluminar caminhos -- ambos têm acesso a 16 milhões de cores diferentes. Fonte: TechCrunch

Sony está na briga pelo catálogo EMI de US$ 4 bilhões
De acordo com fontes do mercado, a Sony Corp. realizou conversas preliminares para adquirir uma participação maioritária na EMI Music Publishing, em uma tentativa de arantir mais receita com a transmissão online (streaming) de músicas. A Mubadala Investment Co., fundo soberano de Abu Dhabi que está disposto a vender sua parte, começou a listar candidatos potenciais para o catálogo de mais de 2,1 milhões de músicas, que inclui hits de Beyoncé e Carole King, disseram as fontes, que pediram para não serem identificadas, pois estão discutindo informações privadas. O fundo manteve conversações com a Sony e com outros possíveis compradores, incluindo grupos de entretenimento e potenciais concorrentes financeiros, disseram as fontes. A adição do extenso catálogo da EMI solidificaria a posição da Sony como a maior editora de música, à medida que proliferam os serviços de transmissão pagos e crescem as avaliações de direitos autorais de música. A empresa com sede em Tóquio já possui quase 40% da EMI e opera o negócio. Fonte: Bloomberg
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