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Psicóloga, palestrante e consultora de empresas e escolas. É graduada em Psicologia pela Universidade Metodista de São Paulo e Pedagogia pela UNIABC. Tem pós-graduação em Gestão Pedagógica e especialização em Neurociência da Aprendizagem pela Uninove. Com mais de 25 anos de experiência em psicologia clínica e escolar, atuou como gestora de escolas e orientadora educacional.

marcia.peredelski@gmail.com

5 dicas para lidar com o estresse. Postado em: 10/05/2017

Em minha experiência como psicóloga clínica e escolar, tenho observado o quanto as pessoas andam estressadas e como é necessário provocar uma reflexão acerca desse tema.

Outro dia, num curto trajeto de casa até o trabalho pude observar a total falta de controle e de bom senso de um cidadão, através de seu comportamento onde tomou  atitudes impulsivas diante de uma situação tão banal e corriqueira.

Numa avenida movimentada de São Paulo um veículo deu uma fechada em outro por volta das 07h30 da manhã. Automaticamente o motorista do veículo que foi fechado não pensou duas vezes e tocou a buzina do seu carro.

Não satisfeito com a postura imprudente o motorista que deu a fechada, ao ouvir a buzina simplesmente freou o seu carro, desceu em plena avenida e dirigiu-se ao motorista do outro carro, proferindo palavras de baixo calão.

- Que lastimável ! - pensei.

- Se este cidadão está assim as 07h30 da manhã, poderá enfartar antes das 18h00.

Foi onde me peguei pensando em quais os motivos que levam as pessoas a perderem o controle com tanta facilidade e  a externalizarem  os piores sentimentos que em algumas situações,  acometem o ser humano.

Augusto Cury - psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor - cita nos seus diversos escritos  que há três grupos básicos de janela da memória: as neutras, as janelas light e as janelas killer e são estas últimas que alicerçam o humor triste, a ansiedade a agressividade, a irracionalidade e as fobias.

Quando essas janelas se abrem as emoções são deflagradas e levam o indivíduo a perder o controle sobre a razão e levam-no a agir impulsivamente.

Além disso, as pessoas se contaminam pelas notícias da TV, pelo time de futebol que perdeu o jogo, pela falta de diálogo, pela crise financeira, pela dificuldade em lidar com a frustração, por acreditar que pode modificar o comportamento do outro, excesso de preocupação, dificuldades de relacionamento, etc, etc, etc.

Como vimos o que não falta são razões para justificar a raiva, o descontrole, o estresse.

Por isso aqui vão algumas sugestões de atitudes simples que podem ajudar a controlar melhor as emoções e o grau de estresse.

1)  Saia da situação: procure se afastar imediatamente da situação que causou desconforto. Quando você se afasta, seja para beber água ou simplesmente respirar mais profundamente e pausadamente, ao retornar você consegue ter uma percepção diferente da situação  inicial.

2)  Mude o foco: Se por algum motivo você não consegue sair da situação, como por exemplo uma reunião, procure modificar seus pensamentos negativos para os positivos e procure, através desses pensamentos, pensar nas qualidades que a pessoa que está te incomodando possui, com o principal objetivo de minimizar os sentimentos negativos.

3)  Foque em você: Tente voltar seus pensamentos para você e para sua respiração procurando compreender quais os motivos que te levaram a ficar alterado, ou melhor, tente responder às seguintes perguntas:  Por que você se deixou afetar tanto pela situação? Por que está se sentindo assim? O que há em você que tem feito com que se descontrolasse com tanta facilidade?

4)  Fique atento à frequência: É importante observar em quais ambientes  esses sentimentos  que te levam ao estresse aparecem: só no trabalho, com a família, com amigos, na escola? Assim como quantas vezes ele tem aparecido ao ponto de causar incômodo?

5)  Mude de Atitude: Quando conseguimos identificar a fonte causadora do estresse, quais os sentimentos presentes, qual a frequência com que acontece, precisamos modificar essa situação e buscar autocontrole, seja administrando suas emoções através da inteligência emocional, seja buscando uma "válvula de escape" realizando atividades que sinta prazer como: praticar esportes, dançar, viajar, ter um hobby.

Outra opção é procurar ajuda de um profissional que possa auxiliá-lo nesse processo, afinal admitir que tem um problema e precisa de ajuda já é um grande passo.  Por isso BOM CAMINHO!

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