Busca: Nossos Servicos: RSS - O quê é isso?
Home do Blog Alessandro Jean Xavier

Graduado em Marketing, com 18 anos de experiência em Atendimento ao Cliente, experiência construída em empresas como Teleperformance, Mais Contact Center, Atento e Fast Shop.

ale.jean.xavier@gmail.com

Isso não está me cheirando bem! Postado em: 10/08/2015

Olá Fanáticos,

Com certeza você deixa ou já deixou seu veículo em uma das milhões de vagas oferecidas pelas dezenas de milhares de garagens particulares, estacionamentos, disponíveis somente na Grande São Paulo.

As dificuldades para se estacionar na rua, em "Vagas Públicas", são enormes, além de perigosas. Comodidade e Segurança, são os principais fatores que determinam nossa escolha e por isso, diariamente, seja para o trabalho, para uma consulta médica, compras, passeios, visitas a amigos e muitos outros motivos, lá estamos nós, usufruindo de uma dessas vagas.

Muitas dessas vagas, são administradas por grandes redes, conhecidas pela grande maioria dos usuários deste tipo de serviço.

E muitas dessas vagas, são operadas por manobristas, ou seja, você deixa seu veículo nas mãos de pessoas que ficam responsáveis por dirigir seu veículo do ponto de chegada até a vaga e da vaga até o ponto de partida. 

Pois bem, quantas vezes, você, após utilizar a modalidade em que o(s) Manobrista(s) (podendo ser um para levar e outro para trazer seu veículo), percebeu diferenças no seu veículo? (vou ser mais objetivo: percebeu Bancos e Retrovisores com ajustes diferentes do que foi programado por você, Estação de Rádio sintonizada, não condizente com sua rotina, entre outras questões...) 

Indo direto ao ponto deste artigo, quantas vezes você deu falta de objetos ou dinheiro do seu veículo, após tê-lo deixado com o serviço de manobristas? 

Não precisa muitos esforços para se achar na Internet, reclamações e mais reclamações sobre estacionamentos/manobristas, sobre a maneira como tratam nossos carros, o que fazem dentro deles e também, sobre a mania que "muitos" (disse muitos e não todos) possuem de "pegar" alguma coisa "emprestada". Ocorre que muitas vezes, você acaba não voltando ao mesmo estacionamento e assim, você/eu, acaba dificultando/impossibilitando o "indivíduo" de lhe devolver o que "pegou emprestado". 

Mas não foi o que aconteceu comigo. Eu voltei e voltei 36 horas depois! 

Na segunda-feira, 29/06/2015, por volta das 22:30, levei meu filho (que havia apresentado quadro de febre o dia todo) a um Hospital perto da avenida Paulista, próximo da avenida Nove de Julho (rss), e como sempre faço, entrei com o meu carro na rampa que dá acesso ao Pronto Socorro e questionei se havia vaga (no estacionamento) e o manobrista que me recebeu disse que sim. Tomei um susto e pensei: "Que Milagre! Aqui está sempre lotado!" (seria um sinal, não identificado por esse pobre cidadão?). Surpreso, desci e fui ao Pronto Socorro, executar o que era mais importante, sem pensar um único momento de que eu tinha carro e que o mesmo estava nas mãos dos manobristas de uma das maiores redes de estacionamentos do Brasil (contratada para administrar o Estacionamento do Hospital). 

Por volta das 00:00, após fazer exames e passar com as médicas e enfermeiras muito atenciosas e prestativas, fomos embora e como meu pequeno estava dormindo, com muita dificuldade, paguei e aguardei meu carro. Assim que chegou, acomodei meu filho e parti para casa, pois tanto eu, quanto ele, estávamos muito cansados e o que mais queríamos naquele momento, era nossa cama. 

No dia seguinte, cansado, ao me dirigir (dirigindo) para o meu trabalho, fui utilizar meu perfume e não encontrei... Explicando: deixo meu perfume no console central do meu carro (guardado/fechado), pois evito de passar perfume em casa, deixando ela infestada com o meu cheiro logo cedo.

O compartimento citado estava totalmente revirado, não sei ao certo se foi apenas o Perfume, pois não me recordo de todas as coisas que haviam ali, como também não sei, quantas moedas existem no "compartimento" de moedas. Mas de uma coisa eu tenho certeza. Usei meu perfume na segunda-feira, como faço todos os dias, e não parei/deixei meu carro em nenhum outro lugar e que tivesse que entrega-lo à manobristas do momento da última utilizada (segunda-feira pela manhã) até o momento em que "dei falta" do mesmo (terça-feira pela manhã).

 

Pensei comigo: "Isso não está me cheirando bem!!!"

 

Irritado e Mau Cheiroso, entrei nas rotinas de uma terça-feira turbulenta e não me lembrei de ligar e/ou escrever para o Hospital sobre o assunto. 

Por acaso, estando o meu filho ainda doente, comendo pouco e reclamando muito de dor, decidi leva-lo novamente ao médico e lá fomos nós. 

Ao chegar, parando meu carro no mesmo estacionamento, pedi para falar com um Encarregado (acho que Anderson), e expliquei o que havia acontecido e ele, muito prestativo, mas claramente ineficiente, disse que verificaria as câmeras para entender o que havia acontecido. Sequer perguntou o meu nome, telefone, nada! Ineficiência na prática, pois mesmo que fizesse o que disse que faria, achando ou não alguma coisa, como falaria comigo? 

Dei meu voto de confiança, imaginando que ele olharia as imagens enquanto eu estivesse no Hospital e que ao sair, já receberia um devolutiva. 

Parti para fazer o que realmente tinha de mais importante, que era cuidar do meu filho e também da minha saúde. Pois é, neste dia, não somente passei o meu filho, como aproveite para me consultar também e por isso, demoramos um pouco mais. 

Antes de sair, na certeza de que não haveria devolutiva por parte do "Encarregado", procurei o SAC do Hospital, e acreditem, ACHEI! Digo isso, porque como se fosse um CASTIGO, colocaram o que eles chamam de SAC, no 4º andar da ALA SABE DEUS, saindo do Elevador 44 no corredor à Esquerda até o fim, depois do Necrotério (brincadeira - descontem apenas o Necrotério). 

Fui atendido por um tal de Felipe, que de maneira solícita, me fez sentar e ouviu atentamente minha história, registrando tudo em seu Sistema (um caderno espiral ¼ de 96 folhas que se compra na Kalunga por R$ 2,90 | CRM na veia) me prometeu retornar. 

No fundo eu já sabia que tanto a minha reclamação para o "Encarregado" quanto a minha reclamação para o "SAC", de nada adiantaria, mas sei também, que se não tivesse feito, eu não estaria sendo Eu. 

Ao sair, paguei e pedi meu carro e surpreendentemente (ou não), aquele "Encarregado" não estava e também não havia deixado nenhum recado. Ou seja, minha suspeita citada no início, se confirmou. 

No dia seguinte, estava me preparando para almoçar quando recebi a ligação do Felipe do "SAC", que me ligou para dar uma devolutiva e pasmem, disse que examinaram as câmeras e "nada de suspeito" havia sido detectado com o meu carro e que por isso, o Hospital "nada" poderia fazer sobre a minha reclamação. 

Perguntei que tecnologia eles utilizavam, capaz de observar as atitudes dos manobristas dentro de um carro "filmado" como o meu e ele não soube me responder, insistindo que nada poderia fazer. Tomado por uma Insatisfação Monstro, disse ao mesmo: Isso não está me cheirando bem!!! 

Faço questão de contar para quem eu puder o que aconteceu comigo, para quem sabe, encontrar alguém que tenha vivido algo semelhante ou ainda, alertar a outras pessoas, para que cuidem dos seus pertences quando da utilização do Hospital e seu Estacionamento. Ouvi novamente do Felipe: Nada podemos fazer! 

Não é pelos R$ 0,20, ou melhor, não é pelos 125 ml do meu perfume! É pelo descaso! É pela incapacidade de lidar com uma reclamação tão básica! É pelo furto, que com certeza não foi o único (pois quem fez isso com o meu carro, fez com outros antes e com muitos outros depois), é por ainda nos dias de hoje, sermos obrigados a relatar nossos pertences e pelo que percebo neste exemplo, teremos que relatar nos "mínimos detalhes". 

Não tenho reclamações quanto ao atendimento do Hospital (recepção, enfermagem e médicos), pois sempre que precisei, fui excepcionalmente bem atendido e até por isso, saio da Granja Viana (casa) ou Alphaville (empresa) para buscar atendimento neste hospital. 

Mas, considerando que o Hospital é tudo, não posso e não vou isentar o mesmo do fracasso que foi a tratativa deste episódio até este momento. 

Esse perfume, é facilmente encontrado no mercado por aproximadamente R$ 200,00 (duzentos Reais), valor suficiente para comprar uns 70 (setenta) caderninhos para melhorar/fortalecer o Sistema de Atendimento ao Cliente do Hospital. Se aceitarem a doação, me avisem que mando entregar os Cadernos espiral ¼ de 96 folhas e ainda deixo vocês escolherem a capa! 

Não estou dizendo ou afirmando neste artigo, que uma Atitude Fanática, seria o hospital me ressarcir monetariamente ou até mesmo, comprando um novo perfume. Mas a condução deste tipo de Reclamação, precisa ser revista pelas Empresas. 

Estão nos "nivelando" por baixo. Os muitos casos de Corrupção, Roubalheira, Propinas e Fraudes, estampados diariamente nos jornais, nos transformam (consumidores/cidadãos) em bandidos, mentirosos, e por isso, estamos sujeitos a esse tipo de tratamento, que prefere "enganar" o consumidor, ao dizer que verificou as câmeras (o que sabemos que não foi feito e se foi feito, não gerou subsídios para afirmar/provar que nada foi furtado do meu veículo), chamando-o de mentiroso, pois se disse que fui furtado e a resposta dada é que não houve o furto, logo, EU MENTI!!! 

Não vou nem falar de "Boa-Fé", algo que apesar de estar no nosso Código Civil, se um dia foi usado (pouco usado), a extinção é mais do que certa, se é que já não aconteceu (RIP).

 

E você, já teve algum item Furtado do seu veículo em um Estacionamento?

 

Abraços,


Alessandro Xavier

Veja todos Artigos deste(a) Blogueiro(a) [Comentar (0)] [Enviar por e-mail] [Regras de Uso]

Compartilhe

Twitter Facebook Linkedin
Deixe seu comentário
Nome:
E-mail:
Comentário:
máximo caracteres.
 
Arquivo
 
Clientesa.com.br - Blog
Copyright © 2017 - Grube Editorial - Todos os direitos reservados
Powered byCantini Tecnologia