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Graduado em Direito e Análise de Sistemas, com MBA em Gestão Empresarial e Especialização em Negociação. Trabalhou por mais de 22 anos no mercado financeiro, exercendo cargos de gestão nas áreas de tecnologia, ouvidoria e relacionamento com Sistema de Defesa do Consumidor. Atualmente é consultor independente e dá aulas de Direito do Consumidor, Atendimento e Ouvidoria.

fabioc.ribeiro@uol.com.br

Cadê meu orçamento? Postado em: 04/10/2015

Neste período em que as empresas estão preocupadas em concluir o orçamento do próximo ano tenho sérias dúvidas de quais realmente estão levando em consideração o impacto no cliente no momento de fechar estes números.

 

Lembro-me de quando na minha primeira reunião de diretoria fui informado que para iniciar a projeção do orçamento da minha área o critério seria "base zero".

 

Levei um susto! Não tinha a mínima ideia do que era aquilo... Haviam zerado o meu orçamento!!?? Depois entendi que apenas deveria considerar o mesmo valor do ano anterior. Apenas!!?? E eu já estava super apertado no orçamento do ano corrente e não poderia aumentá-lo para o próximo??

 

Com dizia um presidente de empresa: "É da vida...".

 

Sendo assim, como enfrentar positivamente a atual crise levando em consideração todas estas reduções necessárias?

 

Vou me limitar ao que se refere à área de Ouvidoria e Relacionamento com Clientes (pois conheço pessoas muito mais competentes para falar dos outros departamentos e não gostaria de desafiá-las...).

 

Há ações que podem ter o seu custo reduzido, com pouco ou nenhum impacto na imagem da empresa para o cliente.

 

Por exemplo, porque não estudar um anúncio (qualquer que seja) em formato reduzido. Ao invés de uma página inteira na revista, que tal meia-página? Ao contrário da propaganda de 30 segundos, já tentou uma de 15? Já pensou no rádio? (quantas horas passamos dentro de um carro?).

 

Lembro-me de quanto ocorreu uma drástica redução na verba de passagens aéreas. Como iria realizar as reuniões tão importantes com os Órgãos de Defesa do Consumidor de todo Brasil? Foi uma ótima oportunidade de estreitar o relacionamento por telefone com as secretárias destas entidades e tornar as conversas telefônicas como os dirigentes (com dia e horário agendados) muito mais produtivas (e econômicas). É claro que alguns casos nunca dispensam o "olho no olho", mas descobri excelentes competências em algumas pessoas da minha equipe que ainda não haviam sido exploradas...

 

Quando o dinheiro para os eventos apertou, ao invés de estaduais, passamos a fazê-los regionais. Até aí, nenhuma novidade, né! Mas que tal tentar trazer os dirigentes dos Órgãos de Defesa do Consumidor para o evento do estado vizinho? Com o convite sendo realizado de maneira formal e respeitando as instruções normativas destas entidades, a viagem pode ser viabilizada. (Além do que, você troca um evento por uma passagem área...). E estes líderes se tornam replicadores, para os consumidores que representam, das suas nobres e eficientes iniciativas realizadas em benefício de seus clientes.

 

Enfim, quando mais rápido você entrar na crise, mais rápido você sai dela. Exerçam a criatividade!

 

Você discorda ou concorda com tudo que eu disse? A sua opinião será muito bem vinda. Deixe o seu comentário no espaço abaixo! Obrigado. Abraços.

 

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